sábado, 26 de julho de 2014
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
PSICOMOTRICIDADE
A PSICOMOTRICIDADE NA ESCOLA
terça-feira, 21 de agosto de 2012
O processo educacional é amplo e diversificado, devemos pensar o homem como um universo pronto para ser formado e explorado em todo seu potencial cognitivo, afetivo e psicomotor. O ser humano não deve ser educado simplesmente pensando-se em cumprir metas prioritárias e estatísticas estabelecidas por tecnocratas dos governos.
A educação no Brasil passa por uma crise preocupante, profunda e de difícil solução. Devemos começar a combatê-la a partir da família, onde na verdade começa todo o processo educacional, o primeiro passo é dado pela educação familiar. Os pais precisam tomar consciência e priorizar a educação dos filhos e posteriormente cobrar ,a quem de direito, a qualidade da educação oferecida, principalmente pelo poder público.
Precisamos, com urgência rever os conceitos, os métodos e as técnicas educacionais aplicadas no Brasil, e adaptá-las a realidade da nossa escola atual. O aluno de hoje tem interesses e aspirações que devem ser analisadas na momento de estabelecermos prioridades para o investimentos em projetos educacionais. Tais projetos não devem ser implantados de cima para baixo, assim, acabam se transformando em perda de tempo de dinheiro. A sociedade tem que ser ouvida e opinar.
A educação é antes de mais nada o corpo presente de cada elemento participante do processo educacional, O aluno, o professor, a família e todos os elementos ligados a escola, que devem ser respeitados e ouvidos no momento de se realizarem a mudanças e estabelecerem prioridades para a busca da “educação de qualidade”. A educação só será valorizada quando todos tomarem consciência de sua importância para o crescimento do indivíduo de forma integral, ou seja, o aluno deve ser educado de corpo inteiro. A prioridade é a busca do homem completo, pleno, consciente e participativo, educado em toda a suas potencialidades cognitiva, afetiva e psicomotora.
AULINHAS DE PSICOMOTRICIDADE, PARA ASSISTIR E COMENTAR.
terça-feira, 19 de junho de 2012


REVISANDO CONCEITOS PARA MUDAR CONCEPÇÕES E PRÁTICAS
Maria Adelia Teixeira Baffi
Petrópolis, 2002.
Pedagoga - PUC-RJ.
Mestre em Educação - UFRJ
Doutoranda em Pedagogia Social - UNED
Profª Titular - FE/UCP
As idéias que envolvem o planejamento são amplamente discutidas nos dias atuais, mas um dos complicadores para o exercício da prática de planejar parece ser a compreensão de conceitos e o uso adequado dos mesmos. Assim sendo, o objetivo deste texto é procurar explicitar o significado básico de termos, tais como planejamento, plano, programa, projeto, plano estratégico plano operacional, e outros, visando a dar espaço para que o leitor possa estabelecer as relações entre eles, a partir de experiências pessoais e profissionais. Cabe ressaltar que, neste breve texto, não se pretende abordar todos os níveis de planejamento, mesmo porque, como aponta Gandin (2001, p. 83),
é impossível enumerar todos tipos e níveis de planejamento necessários à atividade humana. Sobretudo porque, sendo a pessoa humana condenada, por sua racionalidade, a realizar algum tipo de planejamento, está sempre ensaiando processos de transformar suas idéias em realidade. Embora não o faça de maneira consciente e eficaz, a pessoa humana possui uma estrutura básica que a leva a divisar o futuro, a analisar a realidade a propor ações e atitudes para transformá-la.
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Para Vasconcellos (1995, p. 53), "o planejamento do Sistema de Educação é o de maior abrangência (entre os níveis do planejamento na educação escolar), correspondendo ao planejamento que é feito em nível nacional, estadual e municipal", incorporando as políticas educacionais.
6. Planejamento Escolar é o planejamento global da escola, envolvendo o processo de reflexão, de decisões sobre a organização, o funcionamento e a proposta pedagógica da instituição. "É um processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, articulando a atividade escolar e a problemática do contexto social" (LIBÂNEO, 1992, p. 221).
domingo, 17 de junho de 2012
PSICOMOTRICIDADE RELACIONAL
Comportamento: excessiva agressividade, inibição, falta de limites, baixa tolerância à frustração, hiperatividade, etc.
Aprendizagem: queda de rendimento, dificuldade de expressão verbal ou gráfica, problemas de orientação espaço-temporal, dificuldades de assimilar novos conteúdos apesar de apresentar um desenvolvimento cognitivo normal, distúrbios de atenção, entre outros.
Socialização: dificuldade de integração no grupo, recusa em participar em atividades grupais, dificuldades de enfrentar situações novas, etc.
segunda-feira, 9 de abril de 2012
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
domingo, 30 de outubro de 2011
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
A RECREAÇÃO
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Distúrbios na Escola
.domingo, 29 de maio de 2011


REVISANDO CONCEITOS PARA MUDAR CONCEPÇÕES E PRÁTICAS
Maria Adelia Teixeira Baffi
Petrópolis, 2002.
Pedagoga - PUC-RJ.
Mestre em Educação - UFRJ
Doutoranda em Pedagogia Social - UNED
Profª Titular - FE/UCP
As idéias que envolvem o planejamento são amplamente discutidas nos dias atuais, mas um dos complicadores para o exercício da prática de planejar parece ser a compreensão de conceitos e o uso adequado dos mesmos. Assim sendo, o objetivo deste texto é procurar explicitar o significado básico de termos, tais como planejamento, plano, programa, projeto, plano estratégico plano operacional, e outros, visando a dar espaço para que o leitor possa estabelecer as relações entre eles, a partir de experiências pessoais e profissionais. Cabe ressaltar que, neste breve texto, não se pretende abordar todos os níveis de planejamento, mesmo porque, como aponta Gandin (2001, p. 83),
é impossível enumerar todos tipos e níveis de planejamento necessários à atividade humana. Sobretudo porque, sendo a pessoa humana condenada, por sua racionalidade, a realizar algum tipo de planejamento, está sempre ensaiando processos de transformar suas idéias em realidade. Embora não o faça de maneira consciente e eficaz, a pessoa humana possui uma estrutura básica que a leva a divisar o futuro, a analisar a realidade a propor ações e atitudes para transformá-la. |
Para Vasconcellos (1995, p. 53), "o planejamento do Sistema de Educação é o de maior abrangência (entre os níveis do planejamento na educação escolar), correspondendo ao planejamento que é feito em nível nacional, estadual e municipal", incorporando as políticas educacionais.
6. Planejamento Escolar é o planejamento global da escola, envolvendo o processo de reflexão, de decisões sobre a organização, o funcionamento e a proposta pedagógica da instituição. "É um processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, articulando a atividade escolar e a problemática do contexto social" (LIBÂNEO, 1992, p. 221).
O plano é a "apresentação sistematizada e justificada das decisões tomadas relativas à ação a realizar" (FERREIRA apud PADILHA, 2001, p. 36). Plano tem a conotação de produto do planejamento.
Plano é um guia e tem a função de orientar a prática, partindo da própria prática e, portanto, não pode ser um documento rígido e absoluto. Ele é a formalização dos diferentes momentos do processo de planejar que, por sua vez, envolve desafios e contradições (FUSARI, op. cit.).
2. Plano Nacional de Educação é "onde se reflete toda a política educacional de um povo, inserido no contexto histórico, que é desenvolvida a longo, médio ou curto prazo" (MEEGOLLA; SANT'ANNA, 1993, p. 48).
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Verdades da Profissão de Professor
Ninguém nega o valor da educação e que um bom professor é imprescindível. Mas, ainda que desejem bons professores para seus filhos, poucos pais desejam que seus filhos sejam professores. Isso nos mostra o reconhecimento que o trabalho de educar é duro, difícil e necessário, mas que permitimos que esses profissionais continuem sendo desvalorizados. Apesar de mal remunerados, com baixo prestígio social e responsabilizados pelo fracasso da educação, grande parte resiste e continua apaixonada pelo seu trabalho.
A data é um convite para que todos, pais, alunos, sociedade, repensemos nossos papéis e nossas atitudes, pois com elas demonstramos o compromisso com a educação que queremos. Aos professores, fica o convite para que não descuidem de sua missão de educar, nem desanimem diante dos desafios, nem deixem de educar as pessoas para serem “águias” e não apenas “galinhas”. Pois, se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco, a sociedade muda.
Paulo Freire
domingo, 7 de novembro de 2010
Gira pião

segunda-feira, 30 de agosto de 2010
O CORPO
domingo, 30 de maio de 2010
O Equilíbrio
O Equilíbrio
O equilíbrio corporal permite que o corpo se mantenha parado de modo estável ou em movimento de maneira harmônica e precisa. Desta maneira, nos sentimos seguros e confortáveis em relação ao nosso corpo no espaço e nos integramos fisicamente e emocionalmente ao ambiente que nos circunda.
Em linhas gerais, o equilíbrio corporal depende, do funcionamento do labirinto e de sua complexa rede de comunicação com os sistemas ocular, proprioceptivo (a sensação que temos do nosso próprio corpo) e com o sistema nervoso central.
O equilíbrio corporal do ser humano depende das informações oriundas da orelha interna (labirinto), da visão e da somatocepção, que são receptores sensoriais periféricos relacionados com a orientação espacial. As informações colhidas são processadas e organizadas no Sistema Nervoso Central (SNC), que também se encarrega de controlar e de planejar o ato motor, para que finalmente as execuções motoras como a marcha e a postura, ocorram corretamente.
Equilíbrio dinâmico é aquele conseguido com o corpo em movimento, determinando sucessivas alterações da base de sustentação. Quando um corpo está em movimento retilíneo uniforme diz-se que está em equilíbrio dinâmico
Equilíbrio estático é a capacidade para assumir e sustentar qualquer posição do contra a força da gravidade.
Para que isto aconteça é necessário que os sistemas nervoso e locomotor esteja em pleno funcionamento, e trabalhando em conjunto, afim de minimizar ao máximo o gasto energético. O Equilíbrio estático é uma das qualidades psicomotoras mais importantes para o desenvolvimento humano já que é ele que proporciona oportunidade de se estar parado, ainda tendo condições de usar as outras qualidades psicomotoras.
Esta capacidade é posta em causa nos doentes que têm alguma patologia relacionada com os elementos do corpo que mantêm a postura.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
O FOLCLORE NA ESCOLA
categorias: Educação Psicomotora
O FOLCLORE
No dia 22 de agosto de 1846, em Londres, foi criado pelo arqueólogo inglês William John Thomas, a expressão, Folk-Lore, escolhendo duas velhas raízes saxônicas: Folk, que significa povo, e Lore, saber, formando assim Folklore, até que a reforma ortográfica no Brasil suprimiu a letra k, substituída no caso, pela letra C, originando a forma Folclore.
Folk - povo
Lore - ciência, sabedoria, estudo da cultura espontânea,expressão do pensar - sentir - agir - reagir dos membros de uma Sociedade.
FOLCLORE NA ESCOLA
Estudos Sociais
Ciências Naturais
Memória - imaginação
Educação Artística
compreensão - expressão literatura oral
Educação Física
Música e Arte
LITERATURA - escritores aproveitando temas populares , cultura erudita buscando inspiração na cultura espontânea.
Ex: Macunaíma - Mário de Andrade
ESTUDOS SOCIAS - Lendas ligadas a acontecimentos históricos
ARTES PLÁSTICAS - artistas sem ter cursado qualquer escola de arte
arte espontânea - nasce da maneira de pensar, sentir, agir e reagir da sua coletividade
pinturas - projeção ou inspiração de temas folclóricos. Ex. Portinari - Djanira
DANÇAS E FOLGUEDOS
Ainda contribui para:
- desenvolver o gosto pela música
- educar o senso de ritmo
- perpetuar tradições folclóricas
(Projeto Educação Física Escolar - SEE - Prof. Cely Teles de Meneses) - Resumido por Carlos Rosa
- QUAL A IMPORTÂNCIA DO FOLCLORE NA ESCOLA? EM QUE MATÉRIAS ELE PODE SER USADO?












